Lauren Jauregui, do Fifth Harmony, assume bissexualidade!

Não, nós não estamos brincando nem muito menos trolando ou fazendo uma fanfic.

A cantora Lauren Jauregui, integrante da girlband Fifth Harmony assumiu publicamente, através de uma carta aberta publicada pela Billboard, que é bissexual!

O que muitos harmonizers já desconfiavam com suas centenas de teorias sobre o grupo, questionando a sexualidade de cada uma das integrantes, realmente se confirmou.

Mas claro, esse não foi o principal motivo da declaração. A cantora resolveu mandar um recado bem direto aos eleitores de Donald Trump, defendendo as minorias oprimidas pelo novo governo.

Sem dar muita ênfase ao assunto da sua sexualidade, Lauren focou apenas do assunto político, complementando que é “uma mulher cubana-americana bissexual e muito orgulhosa disso”. Leia o texto traduzido:

“Para todos os apoiadores de Donald Trump que tentam dizer que votar nele não significa que você seja racista, homofóbico, sexista, xenófobo, idiota… que você apenas gosta da maneira como ele não liga para o que as pessoas vão pensar e fala o que pensa… que ele não é um político, então ele não faz parte da politicagem e não tem dinheiro corrupto bancando ele…

Isso é para você:

Suas palavras não importam porque suas ações levaram a destruição de todo o progresso que fizemos socialmente como nação. Você, com sua pura ignorância e recusa em entender como o governo e o mundo funcionam, permitiu que um magnata sedento assumisse os Estados Unidos da America.

Vocês são HIPÓCRITAS.

Restaurar aquela América é apenas estagnar o progresso de nossa consciência. Você votou por uma pessoa que construiu uma campanha de 18 meses com o ódio. Ele manipulou TODOS vocês com facilidade falando com as suas partes sombrias que haviam começado a se envergonhar de como você era visto no mundo ‘politicamente correto’. Ele se tornou seu vencedor porque conversou com partes suas que pensam que você é superior ao resto do mundo (como Hitler fez com a Alemanha antes do Holocausto! Apenas leia a autobiografia dele: Mein Kampf).

Nosso politicamente correto que seu campeão, Donald Trump, apontou com desrespeito durante toda a sua campanha e agora com apoio dos seus aliados e de outros governantes, é a linguagem que nós trabalhamos incansavelmente para estabelecer segurança em um mundo que nunca cansa de nos lembrar que somos minoria.

Eu sou uma mulher cubana-americana bissexual e sou orgulhosa disso. Sou orgulhosa de fazer parte de uma comunidade que apenas projeta o amor e a educação e o apoio de um ao outro. Sou orgulhosa de ser neta e filha de imigrantes que bravamente deixaram suas casas para entrar em um novo mundo com uma língua e cultura diferentes e se imergiram sem medo para começar uma vida melhor para eles e suas famílias.

Sou orgulhosa em ser mulher. Orgulhosa de que o sexo entre minhas coxas me dá força e resiliência que apenas outra mulher pode sentir, de que meu corpo se curve de certas maneiras que me permite criar vida dentro de mim, que minha vida inteira é cheia de adversidades e dúvida e pessoas questionando minha inteligência e meu potencial artístico e minha expressão de mim mesma e minha virtude e honra porque eu sou mulher demais. Sou orgulhosa de provar que todos estão errados. Orgulhosa de ter que trabalhar ainda mais duro por isso.

Olhe como é mesquinha a moral que você defende quando você percebe que não é o único. Perceba que sua pele branca é o resultado da imigração da Europa e que os únicos ‘americanos’ verdadeiros são os nativos (…) Não estamos choramingando sobre a escolha presidencial, estamos gritando contra aqueles cujas as escolhas políticas e interesses obscuros ameaçam nossas vidas e sanidade”.

MARAVILHOSA e ponto final.

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